Rapentejo
Rapentejo
Iniciativa de criação artística e expressão jovem que promove a fusão entre o Hip-Hop contemporâneo e a herança do Cante Alentejano


Ponte entre gerações: Alentejo na raiz, Hip-Hop na voz
Criado e sentido na primeira pessoa por Zairo Torres (nascido no Alentejo em 2004 e dinamizador local), o RAPENTEJO surge das raízes da terra, da família, dos amigos e dos lugares de crescimento no concelho de Odemira.
O projeto utiliza o Hip-Hop como veículo condutor para recontar histórias pessoais e coletivas, integrando a herança imaterial do Cante Alentejano através de samples, vozes e referências tradicionais. Não se trata apenas de lembrar o passado, mas de o viver e reinterpretar no presente.


Impacto e Valorização Cultural
Ligação ao território: Aproximação da juventude às suas origens através de uma linguagem musical contemporânea.
Inovação sonora: Cruzamento genuíno entre a cadência do Hip-Hop e a tradição do Cante Alentejano.
Expressão e criatividade: Estímulo à criação artística jovem no concelho de Odemira.
Continuidade: Projeção no terreno através de concertos e apresentações comunitárias agendadas.
Identidade cultural e alcance territorial
O RAPENTEJO atingiu plenamente os seus objetivos artísticos e comunitários com o lançamento de 8 faixas originais, com destaque para temas como "A Terra" e "Made IN Vicentina".
Mais do que um registo discográfico, o projeto afirma-se como um motor de dinamização local, prolongando a sua vida útil através de concertos ao vivo na Sede do Núcleo de Bodyboard da Zambujeira do Mar, na Casa da Anita, no Statua Museu Internacional de Estátuas Vivas (Pisões) e em Vila Nova de Milfontes.

Ficha do Projeto
Promotor: Associação Arco do Tempo
Autor / Artista: Zairo Torres
Produção e Direção Artística: Juju Awa e Audio Caravan
Apoio / Programa: Câmara Municipal de Odemira — Programa Odemira Criativa (Eixo Medida 3 / Impulso Jovem)
Parceiros: Junta de Freguesia de Vila Nova de Milfontes, Junta de Freguesia de São Luís, Cá se Canta, Tertúlia de Fados, Centro de Cópias Arco-Íris e Núcleo de Bodyboard da Zambujeira do Mar
Alcance: 150 participantes diretos | 22.500 participantes indiretos
Produção Discográfica: Álbum com 8 faixas originais (2026)

Oito temas, entre memória, território e música
Rapentejo concretizou-se através da criação de um álbum com oito faixas, construídas a partir de histórias e vivências pessoais relacionadas com o Alentejo, a Costa Vicentina, a família, os amigos e os lugares de crescimento do autor.
A produção e direção artística ficaram a cargo de Juju Awa e Audio Caravan.
O Cante Alentejano foi integrado em alguns momentos através de vozes, samples e referências, cruzando-se com a sonoridade do Hip-Hop sem alterar esta linguagem como eixo central do projeto.
Entre os temas produzidos estão “Troviscais” e “Meu Manto”.





