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  • Reserva de Burros | Assoc. Arco do Tempo

    Projetos > Reserva de Burros Reserva de Burros Preservação do burro através da educação ambiental, turismo consciente e asinomediação Valorização e conservação do burro Gerida pela Associação Arco do Tempo, a Reserva de Burros , localizada na Costa Alentejana (concelho de Odemira), é um refúgio dedicado à valorização e conservação do burro. O projeto promove o bem-estar animal e a conservação da espécie através de programas de reprodução, sensibilização ambiental, turismo de natureza e atividades pedagógicas. Recentemente, começou também a desenvolver um projeto pioneiro de asinomediação que cuida da saúde mental e apoia a comunidade. Num contacto direto e respeitoso, o espaço transforma a relação entre as pessoas e os animais numa experiência de empatia, aprendizagem e proteção do mundo rural. Benefícios e Atividades da Reserva Preservação e Proteção: Apoio à reprodução, conservação e valorização da espécie em meio rural. Sensibilização Ambiental: Atividades pedagógicas e contacto direto para a promoção da biodiversidade. Educação e Comunidade: Receção de escolas, famílias e grupos para vivências interativas e jogos tradicionais. Turismo Sustentável: Passeios, caminhadas e programas que dinamizam o território da Costa Alentejana. Asinomediação: atividades assistidas com burros para promover o bem-estar e combater o isolamento Vivências e experiências no terreno A Reserva de Burros está de portas abertas à comunidade e aos visitantes, oferecendo programas à medida das diferentes idades e motivações. Desde o "ABC do Burro" para escolas, até às visitas em família ("Aqui há Burro!"), festas de aniversário ecológicas e experiências para turistas, a Reserva convida a abrandar o ritmo, participar na alimentação e cuidar destes animais, reforçando o compromisso com a natureza e com o património vivo do concelho de Odemira. Ficha do Projeto e Oferta Entidade Gestora: Associação Arco do Tempo (sem fins lucrativos) Localização: Concelho de Odemira, Costa Alentejana Âmbito: Preservação animal, Educação Ambiental, Turismo de Natureza e Asinomediação Programas Escolares: ABC do Burro (atividades pedagógicas e jogos tradicionais) Programas de Família e Grupos: Aqui há Burro! , Aniversários e Visitas Turísticas Ações Principais: Reprodução, caminhadas, passeios, alimentação e cuidades diretos Apadrinhamento de burros: envolvimento direto na preservação O programa de apadrinhamento permite à comunidade participar ativamente no bem-estar, alimentação e cuidados veterinários dos animais mantidos pela Reserva. Esta forma de apoio divide-se em diferentes modalidades adaptadas a cada perfil de padrinho ou madrinha: Apadrinhamento Individual / Familiar: Destinado a particulares e famílias que estabelecem uma ligação afetiva direta com um burro específico, acompanhando o seu quotidiano e usufruindo de visitas dedicadas. Apadrinhamento Escolar / Coletivo: Direcionado a turmas e escolas, promovendo a responsabilidade ambiental e o trabalho em equipa ao longo do ano letivo através de conteúdos pedagógicos. Apadrinhamento Empresarial (Responsabilidade Social): Dirigido a empresas que pretendem apoiar a conservação do património natural e biodiversidade no concelho de Odemira, integrando ações de responsabilidade social e teambuilding . Lindos e fotogénicos Asinus Animus Conheça o nosso projeto pioneiro de asinomediação que cuida da saúde mental e apoia a comunidade Botão

  • Mala Bares | Assoc. Arco do Tempo

    Projetos > Mala Bares Mala Bares Odemira recebeu o projeto "Mala Bares", uma iniciativa inédita de criação artística em residência focada no circo contemporâneo e nas artes do fogo Inovação e descentralização cultural a partir do território de Odemira O projeto "Mala Bares" decorreu na vila de Odemira em abril de 2026, integrado nas comemorações do 25 de Abril. Afirmando o concelho como um espaço pioneiro, esta primeira residência artística dedicada ao malabarismo e artes circenses promoveu a descentralização cultural num território habitualmente afastado dos grandes circuitos artísticos. Inspirada no espírito itinerante dos antigos saltimbancos, a iniciativa envolveu a comunidade com uma oficina no Mercado Municipal e culminou num espetáculo inédito pelas ruas e bares locais, valorizando o espaço público como palco de inovação cultural. O trabalho colaborativo entre os criadores sustentou a construção de um espetáculo original, fundamentado na proximidade com o espectador e na reinterpretação contemporânea da tradição dos artistas mambembes e saltimbancos. Impacto e Atividades no Concelho Pioneirismo: Primeira residência artística de malabarismo e fogo realizada em Odemira. Oficina aberta: Atividade participativa no Mercado Municipal para aproximação aos públicos locais. Espetáculo inédito: Apresentação performativa pública integrada nas comemorações do 25 de Abril. Descentralização: Oferta cultural descentralizada e de nível internacional no território. Da tradição dos saltimbancos à inovação local O "Mala Bares" surgiu da necessidade de afirmar Odemira como um polo de inovação cultural e criar condições para a fruição de linguagens artísticas arrojadas no espaço público. A iniciativa visou proporcionar tempos e meios para a experimentação técnica e concetual, estabelecendo pontes entre a criação contemporânea, a memória dos artistas itinerantes de outrora e a comunidade local, com vista a consolidar dinâmicas culturais com continuidade no futuro. Resumo do Projeto Promotor: Associação Arco do Tempo, em parceria com os Quideia . Apoio financeiro: Câmara Municipal de Odemira. Enquadramento: Programa Odemira Criativa 2026 – Medida 7 (Bolsas de Criação / Residência Artística). Domínio: Circo Contemporâneo, Artes de Rua e Manipulação de Fogo. Resultados: Residência, oficina comunitária, espetáculo público e registo audiovisual. Metodologia e dinâmica do projeto O projeto articulou-se em três eixos centrais: a residência intensiva, o envolvimento comunitário e a apresentação pública. Durante os seis dias de residência, o trabalho focou-se no treino técnico, na pesquisa de movimento e no desenvolvimento seguro de pirotecnia cénica e manipulação de fogo. A meio do processo, realizou-se uma oficina prática e aberta no Mercado Municipal, permitindo que a população experimentasse técnicas circenses. O percurso culminou num espetáculo itinerante que percorreu as ruas, bares e tascas da vila, combinando a linguagem do malabarismo contemporâneo com momentos performativos de fogo. Elenco e percursos artísticos A residência reuniu dois artistas conceituados de diferentes linguagens e estilos de malabarismo e artes do fogo. O encontro entre estas referências performativas permitiu cruzar distintas técnicas de manipulação, segurança em pirotecnia e interpretação cénica. Katarina Ferreira: Formada em Artes Decorativas e artista circense autodidata, destaca-se pelo domínio multidisciplinar na criação de espetáculos de fogo, expressão corporal, caracterização, cenografia e animação performativa. Luís Fonseca: Artista com percurso ligado às artes de rua e ao entretenimento, especializado em malabarismo clássico (bolas, massas, monociclo), exploração de equipamento de fogo e ilusões performativas direcionadas para públicos transversais. Imagens que falam

  • Rapentejo | Assoc. Arco do Tempo

    Projetos > Rapentejo Rapentejo Iniciativa de criação artística e expressão jovem que promove a fusão entre o Hip-Hop contemporâneo e a herança do Cante Alentejano Ponte entre gerações: Alentejo na raiz, Hip-Hop na voz Criado e sentido na primeira pessoa por Zairo Torres (nascido no Alentejo em 2004 e dinamizador local), o RAPENTEJO surge das raízes da terra, da família, dos amigos e dos lugares de crescimento no concelho de Odemira. O projeto utiliza o Hip-Hop como veículo condutor para recontar histórias pessoais e coletivas, integrando a herança imaterial do Cante Alentejano através de samples, vozes e referências tradicionais. Não se trata apenas de lembrar o passado, mas de o viver e reinterpretar no presente. Impacto e Valorização Cultural Ligação ao território: Aproximação da juventude às suas origens através de uma linguagem musical contemporânea. Inovação sonora: Cruzamento genuíno entre a cadência do Hip-Hop e a tradição do Cante Alentejano. Expressão e criatividade: Estímulo à criação artística jovem no concelho de Odemira. Continuidade: Projeção no terreno através de concertos e apresentações comunitárias agendadas. Identidade cultural e alcance territorial O RAPENTEJO atingiu plenamente os seus objetivos artísticos e comunitários com o lançamento de 8 faixas originais , com destaque para temas como "A Terra" e "Made IN Vicentina" . Mais do que um registo discográfico, o projeto afirma-se como um motor de dinamização local, prolongando a sua vida útil através de concertos ao vivo na Sede do Núcleo de Bodyboard da Zambujeira do Mar, na Casa da Anita, no Statua Museu Internacional de Estátuas Vivas (Pisões) e em Vila Nova de Milfontes. Ficha do Projeto Promotor: Associação Arco do Tempo Autor / Artista: Zairo Torres Produção e Direção Artística: Juju Awa e Audio Caravan Apoio / Programa: Câmara Municipal de Odemira — Programa Odemira Criativa (Eixo Medida 3 / Impulso Jovem) Parceiros: Junta de Freguesia de Vila Nova de Milfontes , Junta de Freguesia de São Luís , Cá se Canta, Tertúlia de Fados, Centro de Cópias Arco-Íris e Núcleo de Bodyboard da Zambujeira do Mar Alcance: 150 participantes diretos | 22.500 participantes indiretos Produção Discográfica: Álbum com 8 faixas originais (2026) Oito temas, entre memória, território e música Rapentejo concretizou-se através da criação de um álbum com oito faixas, construídas a partir de histórias e vivências pessoais relacionadas com o Alentejo, a Costa Vicentina, a família, os amigos e os lugares de crescimento do autor. A produção e direção artística ficaram a cargo de Juju Awa e Audio Caravan. O Cante Alentejano foi integrado em alguns momentos através de vozes, samples e referências, cruzando-se com a sonoridade do Hip-Hop sem alterar esta linguagem como eixo central do projeto. Entre os temas produzidos estão “Troviscais” e “Meu Manto”. RAPENTEJO de viva voz Ouça aqui as músicas do RAPENTEJO Saiba mais 24 de agosto de 2026

  • Sobre | Associação Arco do Tempo

    A nossa história A Arco do Tempo nasceu em 2008 com sede no concelho de Odemira, pela vontade de um grupo de pais artistas que auspiciavam uma nova forma de educação e de aprendizagem para os seus filhos. Missão Promover uma qualidade de vida real e significativa, o bem-estar de cada um, tendo em conta o respeito pela natureza e a proteção ambiental. Visão Alicerçar as bases individuais necessárias para o desenvolvimento de uma comunidade coesa com um forte espírito de partilha e entreajuda. Valores A valorização da integração social, do autoconhecimento, do ser humano e do seu potencial individual ativo, artístico e espiritual e como esse potencial poderá contribuir para o desenvolvimento da comunidade. Transmissão da sabedoria ancestral às gerações mais jovens, de forma a não se perder a cultura, a tradição e os métodos anciãos.

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